A valorização dos produtos da floresta através da consolidação dos seus mercados gera emprego e renda para os povos da floresta e mantém a floresta amazônica em pé para futuras gerações.

RESPONSABILIDADE SOCIAL

Atualmente é conhecida a necessidade de aumentar as quantidades de ativos amazônicos existentes nos produtos e diminuir os seus preços. Ao ser comprado um sabonete que contenha manteiga de ucuúba (Virola surinamensis) substituindo a gordura animal, ou com o óleo da andiroba substituindo ativos para pele, se está contribuindo para uma utilização sustentável dessas duas espécies vegetais amazônicas, ajudando a conservação das mesmas. Caso contrário o extrativismo madeireiro destinaria para a árvore de ucuúba a utilização de sua madeira na confecção de cabos de vassoura, e no caso da andiroba, ripas para fabricação de telhados.

Como qualquer grupo social, os povos da floresta necessitam solucionar os seus problemas de sobrevivência cotidianos, como alimentação, saúde, vestuário, transporte, educação. Sem grandes alternativas, derrubar uma árvore de 50 anos ou matar uma tartaruga de 100 é apenas um detalhe. Tendo alternativas, o povo da floreta jamais venderá para os madeireiros uma andirobeiras de 50 anos por R$ 30,00, sabendo que poderá ter uma renda de R$ 60,00 por ano catando e vendendo as sementes dessa árvore ao longo de sua vida.

Os povos da floresta são os maiores aliados ou inimigos da preservação. Tudo é uma questão de necessidade e oportunidade. Discursos bonitos e capacitação para produzir o que ninguém compra não vão adiantar nada.

A Amazon Oil estabelece contratos diretos entre os povos da floresta e a empresa para diminuir a dependência dos atravessadores, e na maioria dos casos, libertá-los do sistema de aviamento. O aviamento é uma relação comercial opressiva entre o comprador e o povo da floresta, onde o pagamento é efetuado em troca por bens de consumo diário a preços elevados e juros exorbitantes.

Essa negociação (compra e venda da matéria prima) direita com os povos da floresta tende também a melhorar a qualidade dos óleos e garantir a rastreabilidade do mesmo, além de proporcionar uma renda constante aos fornecedores de matéria prima.

A transferência de tecnologia adaptada, como secadores, aumenta a capacidade dos povos da floresta de cumprirem contratos pré-estabelecidos e sua competitividade. Durante toda a nossa trajetória buscamos cultivar relações comerciais éticas, verdadeiras e transparentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

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